A
estrutura física da Rede Rio tem o formato
de
um pentágono, cujos vértices são a UFRJ
(Universidade Federal do Rio de Janeiro), o CBPF
(Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas) , a
PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica/RJ),
a FIOCRUZ (Fundação Oswaldo Cruz) e a TELEMAR/RJ.
Nestes pontos, os roteadores são responsáveis
pela interligação de todas as instituições
da
Rede Rio e a Internet, propiciando portas
de acesso às instalações interessadas. Estes
equipamentos estão interligados por fibras óticas
cedidas pela TELEMAR S/A à FAPERJ e são capazes
de trafegar informações a 1 Gbit/s (a velocidade
anterior da Rede Rio era de 155 Mbit/s).
As demais instituições
estão hoje ligadas por
circuitos digitais em diferentes velocidades, a
grande maioria sendo de circuitos fornecidos pela
TELEMAR. Há diversas ligações sendo feitas
via
rádio e por via fibra ótica também. A Rede
Rio
tem pontos de presença na região serrana,
utilizando as instalações do LNCC (Laboratório
Nacional de Computação Científica) em Petrópolis
- interligado hoje a 100 Mbit/s; em Niterói,
utilizando as instalações da UFF (Universidade
Federal Fluminense) - interligada hoje a 100
Mbit/s; em Campos, nas instalações da UENF
(Universidade Estadual do Norte Fluminense),
interligada a 34 Mbit/s; e em Vila Seropédica, nas
instalações da UFRRJ (Universidade Federal Rural
do Rio de Janeiro), interligada a 100 Mbit/s.
O canal internacional
da Rede Rio, hoje
instalado no CBPF, é de 1 Gbit/s. Novos projetos estão em andamento para aumentar a velocidade e atender futuras demandas da Rede Rio.
Tenha uma visão geral da Rede Rio observando
o
Mapa Sensitivo da Rede Rio.
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