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O fim do gargalo digital nas universidades estaduais
Médicos no interior do estado, em dúvida sobre um determinado diagnóstico, pedem orientação a um especialista na universidade, enviando-lhes tomografias computadorizadas ou até mesmo o vídeo de um paciente que precisa ter características do comportamento observadas. Se a velocidade de conexão à internet permite que o upload e o download dessas imagens sejam feitos com rapidez, o recurso será cada vez mais usado, tornando-se um instrumento de enorme utilidade na saúde. Motivo para que a médica Alexandra Monteiro, coordenadora do programa Tele Saúde Brasil na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), esteja bastante animada com a significativa ampliação da velocidade operacional que a Rede Rio – rede integrada de computadores criada em 1992, financiada pela FAPERJ, que interliga universidades e centros de pesquisa sediados no estado – está promovendo na Uerj e na Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf.)
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Fonte: Boletim FAPERJ
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